
Tudo bem que uma nota sobre Lady Gaga raramente fala sobre a música em si, mas aqui estava uma popstar com características muito interessantes: senso de humor, espalhafato, falta de vergonha, sem medo de se posicionar em causas polêmicas, bebendo em tradições de respeito como Madonna, David Bowie, Andy Warhol, Grace Jones, cultura gay, dance music e os freaks da noite nova-iorquina.
Um caldo de referências e atitudes mais que bem-vindo na era do machismo rasteiro de Chris Brown, do pseudo bom-mocismo das estrelas vindas da Disney e na sexualidade photoshopada de anúncio de perfume de Rihanna e Beyoncé (para ficar no pop americano. Do brasileiro, onde se compete para ver quem consegue ser mais insosso, melhor nem comparar).
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